RUGIDO VERDE

Levantar e levantar de novo, até que os cordeiros se tornem Leões!

Quinta-feira, Abril 02, 2020

O Infeliz Testemunho de FrederiCu Varandas

O Sr. Frederico Varandas, de profissão médico militar, sendo tudo o resto um hobby – desde a conturbada presidência do SCP, passando pela clínica e pela junta de Odivelas – apresentou-se como assistente para prestar um testemunho verdadeiramente medíocre. Reproduzindo chavões televisivos que alimentaram a acusação, poucas foram as pessoas na sala, incluindo o colectivo de  juízes, que não se sentiram incomodadas, estupefactas, divertidas ou confundidas com o que ele ia dizendo. Por vezes, soltaram-se gargalhadas e… algumas inconfidências. Procurando abordar o que não foi já explorado nas redes sociais (na imprensa portuguesa nunca o será), sem mais demoras, está aberto o circo. 

Mentira Compulsiva

Vou começar por uma parte adiantada, mas que irá provar que estamos perante alguém que mente compulsivamente. Frederico disse em tribunal o seguinte a respeito do jogo da final da Taça de Portugal: “A muitos (jogadores) o jogo já não interessava”; “quinta-feira o treinador pediu-me para tentar convencer os jogadores… tínhamos uma final para jogar.” Sacudiu ainda a água do capote quando confrontado com o papel que deveria ter tido como director clínico face à estória que estava a contar, afirmando que não era ele a ter influência sobre decisões do treinador. 

Numa entrevista à CMTV em Junho de 2018, que antecedeu a AG de destituição na qual entrou triunfante, disse exactamente o contrário. Queriam jogar, podia parar, e a iniciativa foi dele: “A três dias da final, Jesus colocou-me um cenário: Dr. temos a hipótese de parar isto, de adiar o jogo, o que é que o Dr. acha? E eu, falei-lhe com o meu Sportinguismo (…) arrependo-me… eu sei que os jogadores queriam muito (jogar), eu queria muito, mas tive responsabilidades e podia ter parado aquilo (jogo).”

Este depoimento não bate com nada” 

Frederico afirmou que se encontrava no seu gabinete, quando ouviu barulhos que classificou de forma atabalhoada, entrando na zona “invadida” no sentido oposto à entrada dos elementos estranhos. No entanto, pelas imagens podemos ver que está a mentir.

Disse também que estava surpreendido pelos sons e que não sabia o que se passava. A conversa de três segundos com Manuel Fernandes não parece a de alguém que se quer informar ou que foi apanhado de surpresa. Sabemos mais uma coisa: nem os invasores tinham começado a sair,  nem ele foi para o lugar da confusão. 

Negou ter saído em qualquer momento posterior para a área exterior ao edifício, sendo mais adiante confrontado, e acabando apenas por admitir essa possibilidade, sem no entanto se recordar de ter visto mais alguém nessa zona “de certeza absoluta.” Pelas imagens, podemos ver que se deslocou tranquilamente à área exterior

O homem que jura a pés juntos que conseguiu apanhar a Antena 1 no “meio do nada” em Kandahar, com um pequeno rádio portátil após especialistas dizerem que com equipamento avançado tal não era possível, continua a fazer das suas de forma impune. 

Voltou a insistir na evasão heróica da tocha, algo que ninguém viu, excepto o Comcorpus Clinic Virgílio Abreu (já lá iremos)  e que o próprio Mário Monteiro, em toda a sua contradição no episódio, apenas ouviu “ele (Frederico Varandas) disse-me que era dirigido a ele e que se desviou” 

Chegamos, pelo caminho, à conclusão de mais um aspecto. Frederico disse que os jogadores ficaram no vestiário, uns junto aos cacifos, e “alguns encostados às marquesas” – uma novidade que decidiu introduzir. 

Tendo em conta que o episódio da tocha ocorreu no corredor, e que Mário Monteiro estava ainda mais distante que Frederico, que descreveu uma distância de pelo menos seis metros do indivíduo, os ~90% dos jogadores que disseram ter assistido à tocha a embater em Monteiro mentiram/leram um briefing. Salvo que possuam uma visão de raios-x que atravesse paredes. Fica assim comprovada mais uma vez a concertação. Avisei que nos depoimentos iniciais à GNR, tal fenómeno estava ausente excepto pelo próprio Monteiro, “admitindo” o mesmo depois que embelezou os alegados ferimentos, os quais passaram a “vermelhão.”

A versão do subordinado da Clinica, Virgilio Abreu, que tentou criar um álibi para a presença de Frederico nessa tarde, desmarcando consultas, apenas piora tudo: “Vi Frederico Varandas a conseguir desviar-se de uma tocha no balneário.” Nem foi no balneário, senhor, não ouviu o seu superior? Foi no corredor. Sei que são detalhes, fundamentais, mas há quem preste atenção aos mesmos e convém não tomar as pessoas por idiotas, muito menos as que estão a presidir o julgamento. 

Esta matéria não se fica por aqui. Frederico diz que ouviu o grito de Mário Monteiro. O que fez de seguida o senhor que identificou como profissão “médico militar”? Foi embora. 

Tratou de Mário Monteiro ou verificou de imediato o que se passara após um alegado grito perturbador de uma tocha em forma de míssil? Não. 

“Nada disto bate certo” , repetindo as sábias palavras de uma juíza no decorrer do testemunho. 

Tardou, mas prossigamos ao número de circo seguinte, com sustos, piadas, e outras palhaçadas. 

FrederiCu Varandas

Preferia não ter de usar o título desta secção, mas a elevação do nosso campeão do Médio Oriente, isento das obrigações por via de um cargo político em Odivelas que procurou ocultar, não deixou outra opção. Deu o testemunho mais exacerbado, fantasiado, maldoso e mal-educado de todos quantos estiveram presentes na reunião (uma de três) que antecedeu a “invasão.” 

Segundo ele, o objectivo da reunião era “amedrontar funcionários.” Prosseguiu dizendo que “foi uma reunião surre…”, sendo interrompido na ladainha pela juíza que disse “espere lá que não ouviu a pergunta.”

Continuou com a sua visão única da realidade: “nessa reunião Bruno de Carvalho diz que está farto que lhe enfiem o dedo no cu. A taça vale tanto como um furúnculo no cu”, agravando, com elevação, uma versão exclusiva dos elementos ComCorpus Clinic e amigos.

Sobre a estória da acusação sobre o horário de treino, afirmou que o então Presidente disse que “o treino é amanhã à tarde, às quatro da tarde”. Mais tarde viria a dizer que Bruno de Carvalho questionou alguém na sala a respeito da hora, afirmando ter sido André Geraldes. Errado, foi Vasco Fernandes a responder, secretário técnico, como narrou em detalhe no seu testemunho. 

Contou a sua versão da frase “(…) estão comigo?” (nesta altura já irrelevante, sempre o foi), e afirmou, quando questionado sobre em que factos se baseava para  dizer que o objectivo era “amedrontar”, que coisas como olhar olhos-nos-olhos eram aterradoras. Contrariou depoimentos, numa versão sui generis, de outros presentes nessa mesma reunião como Vasco Fernandes, Nélson, Manuel Fernandes, ou Carlos Mota. “Eu não compreendo reuniões em que se amedronta em colectivo”, disse a juíza, esmagando a narrativa. 

Afirmou que sentiu que algo estranho se iria passar, o que é bizarro pois segundo ele já fora informado por Jorge Jesus sobre o despedimento deste – será abordado mais adiante numa curta secção dedicada a JJ e Frederico.

Existe (mais) uma forte contradição com o depoimento do subordinado da Clínica, Virgílio Abreu, pois este afirmou em tribunal que foi ele a transmitir preocupação a Frederico, sem conseguir concretizar (parecendo um álibi forçado para a presença) e que o influenciou a estar presente no dia seguinte na Academia. 

Para perceber o que podia estar na cabeça especial de Frederico face à estória que contava, foi feita a pergunta pertinente: “Achou que ia ser despedido?” perguntou a juíza. Frederico inchou: “Eu!? Eu não!” 

Quando por fim questionado se se sentiu “amedrontado” , Frederico inchou novamente como um peixe-balão e respondeu incrédulo ante tal ousadia colocada por alguém sem feitos lendários de guerra: “Eu!? Eu não!” 

Vamos ao número de magia, fazendo uma pessoa na plateia desaparecer. 

Não te vejo mas estás ao meu lado 

Frederico disse que estava no gabinete médico, e nem por uma vez ao longo do depoimento mencionou o nome do seu compincha, Gonçalo Álvaro, alegado fotógrafo e distribuidor de vídeos – com notícias falsas a acompanhar, aumentando o pânico dos adeptos. Pois bem, no seu depoimento, Gonçalo disse o seguinte: “os fisioterapeutas estavam no grupo primário e eu estava no gabinete médico.” Alguém está a mentir. 

Há mais. Frederico referiu Rollin, e disse tê-lo acompanhado até à “sala de enfermagem”, levando Dost, encontrando pelo caminho Virgilio Abreu. O que disse Gonçalo Alvaro no seu depoimento? “Agarrei no Bas Dost e levei-o para o gabinete médico, para estancar a hemorragia.” 

Mais uma vez, como diria (e bem) uma juíza, “nada bate certo.” Admito que apreciei a omissão da referência ao parceiro Gonçalo, dizendo só muito mais à frente, quando confrontado por um advogado, que inclusivamente andou “à procura dele”. Esteve sempre ao teu lado, Frederico. 

Inadvertidamente, como referido no artigo “Objetos Voadores Mal Identificados”, o despedido ainda em Junho por Bruno de Carvalho, de nome Ludovico Marques, colocara todas as peças no lugar certo que faltavam: “Fui para o posto médico e ele estava lá a ser assistido pelos dois médicos, Virgílio Abreu e Frederico Varandas, pelo enfermeiro Carlos Mota e também lá estava o Gonçalo Álvaro.”

A omissão do nome de Gonçalo Álvaro nada teve de inocente, e deve-se à gasolina que já sabemos que prepararam e jorraram. 

O número seguinte irá deixar a assistência na plateia confusa. 

A suturaçao de Dost

Sabe-se que foi Carlos Mota que procedeu a dar os alegados seis pontos (“cabeça partida”) em Dost, e tal é corroborado por uma imagem, na qual se encontra do lado esquerdo a segurar um fio. 

Comecemos por versões contraditórias. Umas colocam Dost na casa de banho (Rollin Duarte, Carlos Mota) antes de ser conduzido à sala de enfermagem, outras no balneário, como é o caso de Frederico e do subordinado da clínica Virgílio Abreu. É um desastre.

Frederico disse que ajudou Rollin a levar Dost até à sala de enfermagem, tendo encontrado Virgilio Abreu no trajecto. Esta versão não corresponde à de Rollin, na qual Frederico está ausente. Vamos ver se a presença é confirmada por Virgílio. Conte lá, Dr. Virgilio: “Fui sozinho com ele (Dost), depois veio o enfermeiro.” 

Só há uma coisa que se pode extrair dos vários testemunhos: ou Frederico estava camuflado à Predator, ou mentiu/imaginou mais uma vez. 

Termino esta parte com as palavras do enfermeiro Carlos Mota: “Porque não foi ele (Varandas) a fazer a sutura? Não faço a mínima ideia do porquê ninguém se ter chegado à frente” ; ” é muito triste que alguém se tenha aproveitado destas situações para denegrir e continuar a dar cabo do Sporting, ” esclarecendo na sala que não se referia ao anterior Presidente, mas sim a quem ganhou “com isto.”

Segue-se um número especial pois envolve dois… “artistas coloridos.”

Jorge Jesus e Frederico

Graças às redes sociais, sabemos do encontro que decorreu no hotel Ritz entre Frederico e Jesus, com vista à prescrição de antibióticos segundo o fiável treinador. 

No decorrer do desastroso testemunho de Frederico, houve algo que me chamou imediatamente a atenção: “vi marquesas viradas do avesso.” 

Só houve uma pessoa nas dezenas que já testemunharam a referir tal coisa que não sucedeu: Jorge Jesus. 

Coincidências. 

Igualmente notório foi o esforço de Frederico em dizer que observou o treinador ferido, nada subtil, referindo-o por duas vezes ao mencionar o nome. Disse especificamente que o viu com uma ferida no lábio. Não se actualizou devidamente, pois devia ter adicionado o sangue no nariz (ou como testemunhos posteriores, “cara ensanguentada”). Na versão número 853, Jesus afirmou que levou um soco na cara e ficou daí com o nariz ensanguentado. Sobre esta temática, consultem o artigo dedicado às mil agressões de JJ. 

Fui à procura de algo no lábio de JJ nas imagens dessa noite (Montijo), e na aparição em conferência de imprensa de antevisão ao jogo da Taça, pois é uma zona que fica inflamada com facilidade, ainda mais que o restante rosto. 

Nada. 

Estando esta temática – mil agressões de JJ, que pelos vistos se auto-tratou, pois ninguém se lembrou desse pormenor, e teve regeneração alienígena – explorada e esgotada, só importando agora ouvir o que a defesa tem a dizer na sua versão dos factos, vamos passar a outras coisas interessantes nesta relação simbiótica que nada de positivo trouxe ao clube. 

Como foi ilustrado pela mentira compulsiva no início deste artigo, acho extremamente estranha esta relação entre ambos num ambiente profissional. Mais estranha fica quando após a reunião que antecedeu a “invasão”, segundo testemunho de Frederico, JJ tenha imediatamente ligado ao médico a dizer “tarara, doutor, fui despedido.” Eu não imagino Rui Vitória a ter feito tal coisa após despedimento, e muito menos Lopetegui ou, um dia, Sérgio Conceição. Conseguem? 

Se a isto somarmos o incentivo ao comunicado conjunto dos jogadores no Instagram, cujos rumores apontavam no sentido de ter sido elaborado pelo irmão do herói do médio-oriente, apenas posso classificar a relação de uma forma: tóxica para o clube. Até que ponto, alguns sabem, muitos suspeitam, mas formalmente até hoje ninguém na CS quis explorar essa linha de investigação. 

Terminaram os números de circo. Era suposto serem só três ou quatro, e já não sei como nomear mais. Fiquem, no entanto, nos vossos lugares até ao fim. Como num filme, protagonizado neste caso  pelo igualmente versátil Conde Olaf, na imagem principal deste artigo. 

Aeroporto: o regresso a Kandahar

Foi no aeroporto da Madeira que Frederico voltou a brilhar. Afirmou que largou o trolley e partiu para o meio da confusão, auxiliando a “tirar os jogadores.” As imagens estão disponíveis publicamente e vê-se Frederico alheado de tal confusão, a uns 10 metros aproximadamente, sem exercer tal acção heróica. Ficou a observar, contando uma versão que é factualmente falsa. Essa distância não o impediu de dizer “pareceu-me que Fernando Mendes estava ligeiramente alcoolizado.”

Seguiu-se um momento embaraçoso. Questionado pela juíza se tinha ideia de quem foram os jogadores que tentaram acalmar a situação, Frederico respondeu: “eu fui um deles!” A juíza lembrou o médico-militar de profissão de que não era jogador, desconhecendo que a testemunha estava já com a cabeça em território Afegão, em pleno deserto de Kandahar. 

Vamos passar a… séries televisivas.

Stranger Things (Netflix)

O ex-médico manteve-se fiel à linha da acusação, referindo um crescendo de agitação que já foi desmentido por gente no terreno, e que não foi identificado por especialistas em segurança. 

Questionado sobre exemplos concretos, recorreu ao briefing. Lembrou-se das tochas “atiradas para cima de Rui Patrício.” Afirmou que nunca vira nada igual. Isto apesar do guarda-redes se afastar a passo, serem atiradas para o único lugar possível daquela localização, e depois ter sorrido junto ao árbitro num acto que já teve repetições este ano noutros campos. Sobre tochas num jogo do Sporting com o Boavista, meses antes, arremessadas da mesma forma, disse não se recordar. Assistir a este enredo, ao qual foi dada formalidade pelo Ministério Público, é patético e humilhante para a instituição. Convicções abusivas a tentarem passar por factos. 

Olaf, perdão, Frederico tentou falar em garagens, sem especificar, mais uma vez assumindo o papel de protagonista que é provavelmente mentira seja lá ao que se estivesse a referir “eu e JJ fomos acalmar.”

A juíza confrontou-o com o que disseram Vasco Santos (ex-director de segurança) e Ricardo Gonçalves (chefe de segurança da academia, posteriormente promovido por Varandas), de que não havia nada de especial que gerasse preocupação.

Foi aí que voltou a emergir o lado ainda mais negro de um sempre dissimulado Frederico. Tentou fazer uma insinuação sobre Vasco Santos , eliminando Gonçalves de tal artimanha, dizendo que o facto não ter visto/sentido o mesmo que ele se devia a que “era pessoa de confiança da anterior direcção.” A juíza respondeu imediatamente que são sempre cargos de confiança, e perguntou o que queria dizer com essa insinuação. Obrigou-o a ser concreto, tendo ficado por aí a artimanha, mas criando mais um momento de embaraço/estupefacção.

Era uma vez um Director Clinico

Sabe-se que Frederico levou vários jogadores para a sua Clínica nos dias posteriores à invasão até à Taça de Portugal. Sabe-se que, infelizmente, tinha ascendente sobre vários jogadores, como foi confessado por Jorge Jesus numa entrevista à SportTv em Dezembro de 2018. Sabe-se também que a relação entre JJ e Frederico ultrapassara aquilo que era usual entre um treinador e alguém da área clínica. Parto do princípio que leram a mentira no início deste artigo, relacionada com este tema. 

Termino por isso esye texto com uma questão que foi colocada, e que espero vos leve a refletir: “Houve alguma razão para os jogadores não terem treinado (para a Taça de Portugal) em Alvalade em vez da sua clínica?” 

“… Não faço ideia.” 

Logo ele que sabia tudo. Às vezes uma não resposta, numa mudança súbita de papel de confidente privilegiado para alienado, dá a mesma. 

Um oceano turbulento

Foi o testemunho mais impregnado de malícia e mentira até hoje, e já houve aproximadamente uns oito (em dezenas) nesse registo. Foi uma verdadeira perda de tempo e abordar este testemunho foi como tentar navegar num oceano de mentira. Um que parece não ter fim, e com um fundo turbulento e escuro. Procurei animar um pouco algo que apenas causa indisposição. 

Até à próxima. 

Artigos relacionados

Notify of
Green Marquis
Visitante
Green Marquis

Muito bem! Obrigado por mais este resumo.

Manuel António de Carvalho
Visitante
Manuel António de Carvalho

Muito bom!Excelente mesmo!Parabéns Rugido Verde pela excelente e oportuna forma como nos vão mostrando toda esta panaceia.Este militar da treta, devia ter feito o seu juramento antes de mentir de forma vil e criminosa como o fez.Mentiras e ódio de um personagem que durante alguns anos militou silenciosamente junto da estrutura do futebol.Seja esta senhora Juíza capaz de compreender, o que são para certa gente os valores do Desporto.
O Sporting Clube de Portugal ficar-lhe-à grato!

Neca Pinto
Visitante
Neca Pinto

Muitíssimo bom. Espectacular mesmo.
Aliás, penso que a frase sussurrada da juíza diz tudo: não vale a pena, tudo isto é irrelevante, nada bate certo…

jorge mendes
Visitante
jorge mendes

TUDO na vida deste parasita é uma mentira, a unica verdade, é que é um gay javardo.

%d bloggers like this: