RUGIDO VERDE

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Quarta-feira, Janeiro 20, 2021

Barómetro Audaz X – William Carvalho: Traidor, Nada Mais

A audácia é definida no Dicionário Priberam como um “impulso que leva a realizar atos difíceis ou perigosos”, ou um “comportamento ou atitude que contraria hábitos, costumes ou hierarquias”. Sinónimo de coragem, intrepidez e ousadia na primeira definição, e de atrevimento e insolência na segunda.

Ora, se não é um Sporting assim, audaz, que queremos, o que é que andamos aqui a fazer?


A cabeça da grande maioria dos Sportinguistas, por esta altura, estará na derrota da equipa de futebol na Madeira, e consequente eliminação da Taça de Portugal. Mas, sinceramente, já estou tão farto de bater na mesma tecla e de ver os meus colegas de Clube a continuar a cair nas mesmas ingenuidades, que me vou abster de comentar esse desaire na minha crónica.

Vou antes dissertar sobre um tema que pairou por aí, que me deixou a pensar…

Diz por aí que William Carvalho vai para o benfica. Não sei se é verdade, mas surpreendente não seria.

Ao contrário de “ilustres” desavergonhados como Miguel Cal, a quem William dará nojo caso vá jogar para o rival, eu já sinto nojo de William e companhia desde que rescindiram com o Clube que lhes deu a oportunidade de serem quem são.

E, novamente ao contrário do Sr. Cal, não precisarei do Record para me corrigir o português, ou de fazer retificações em que William passa de nojento para “um dos meus preferidos”.

Curiosamente, ou não, o que se passou comigo até foi o contrário… Passou de um dos meus preferidos, para um absoluto traidor, por quem nutro zero respeito e a quem não desejo sorte nenhuma na sua vida profissional. Mas passou a isso tudo quando rescindiu, não foi quando surgiu um rumor (do qual desconheço o fundamento) sobre uma possível mudança para o rival.

É cada vez mais óbvio que para Cal, sua pandilha e seguidistas, as rescisões tiveram pouca ou nenhuma influência na sua forma de olhar para os rescisores. Isso, para mim, diz muito sobre um Sportinguista. A ilação que tiro de um Sportinguista que perdoou, ou foi indiferente, às rescisões é a de que no lugar dos jogadores tinha feito o mesmo. Isso sim, dá-me nojo.

Falando de William, até agradecia que viesse para o benfica. Juntar-se-ia a outro traidor, Jorge Jesus, provavelmente num destino que lhe agradará tanto ou mais do que lhe agradava estar no Sporting. Quem cuspiu no Sporting como esta gente fez, não tem um pingo de Sportinguismo verdadeiro a correr-lhe nas veias.

William Carvalho era o meu jogador preferido do Clube. Joga na minha posição preferida e esteve associado ao renascer do Sporting pujante, em 2013/2014, como o melhor jogador (inquestionavelmente) daquele plantel. Qualidade, produto da formação e identificação com a sua posição, aliados à minha (mais) tenra idade na altura, fizeram de William um ídolo, aos meus olhos. Até um casaco autografado por ele tenho lá por casa.

2018 serviu-me de lição. Os jogadores não são mais que assalariados do Clube, que devem respeito à instituição, a quem os emprega e aos sócios e adeptos do mesmo.

O resto é conversa da treta…

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