RUGIDO VERDE

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Domingo, Novembro 17, 2019

Neste dia… em 2011, o Sporting vencia o Famalicão por 2-0 para a Taça de Portugal

Dois golos do holandês Ricky van Wolfswinkel deram o triunfo ao Sporting na visita ao Famalicão, da II divisão, por 2-0, e garantiram a qualificação dos “leões” para a quarta eliminatória da Taça de Portugal de futebol.

Wolfswinkel desfez a igualdade no marcador aos 62 minutos, na conversão de uma grande penalidade, e voltou a assinar um tento, cinco minutos depois.

Insúa em acção.

O Sporting mexeu muito na equipa face àquele que costuma ser o seu onze inicial. Marcelo Boeck ocupou o lugar que costuma ser de Rui Patrício, Daniel Carriço entrou para o eixo da defesa, Evaldo jogou no lado esquerdo da defesa e Insúa a extremo no mesmo flanco. André Santos substituiu o castigado Rinaudo e Matías entrou para o lugar de Elias no meio-campo. João Pereira, Onyewu, Schaars e Wolfswinkel foram os habituais titulares que mantiveram o lugar no onze e na sua posição natural.

Com tantas alterações a dinâmica apresentada pelos leões não foi a mesma, houve menos soluções ofensivas do que costume e os jogadores em campo não estavam entrosados o suficiente para se complementarem  e serem capazes de conseguir criar uma vantagem.

Na segunda parte, Onyewu e Carriço foram substituídos, e para os seus lugares entraram Pereirinha e Rodríguez. Com as alterações, Rodríguez e Evaldo passaram a formar a dupla de centrais, Insúa recuou para lateral, Capel foi para o flanco esquerdo e Pereirinha para o direito.

Valeram os golos de van Wolfswinkel, porque a produção da equipa leonina não melhorou muito, mas foi o suficiente para levar de vencida a equipa aguerrida e bem organizada do Famalicão.

O Sporting apresentou alguma falta de soluções ofensivas, com o flanco direito a ser pouco explorado. Isso mudou um pouco com Pereirinha, mas ainda assim, o português não oferece a dinâmica que um Jeffren ou um Carrillo podem oferecer. O entrosamento entre os jogadores que jogaram hoje também não foi o melhor.

Marcelo Boeck esteve sempre seguro e correspondeu muito bem quando foi chamado. Mostrou ser uma alternativa muito boa a Rui Patrício.
Na defesa, sobretudo na primeira parte, não há nada a apontar. Evaldo não esteve mal, tanto como lateral ou central, Rodríguez mostrou algum cansaço (segundo Domingos, quase fez uma directa para poder estar neste jogo) e João Pereira esteve ao seu nível, ainda que não tenha tido Carrillo do seu lado para ter o brilhantismo das últimas partidas. André Santos cumpriu, Matías esteve muito bem, Schaars foi mais discreto que nos últimos jogos, mas não há nada a apontar-lhe.

Capel foi o melhor em campo, o mais mexido, o que criou desequilíbrios. Insúa esteve bem, tanto a atacar como a defender. Pereirinha esteve bem, fazendo uma assistência, e claro, Wolfswinkel fez o que é pedido a um ponta-de-lança, que marca golos, que resolva jogos, e o holandês marcou dois no Minho esta noite.

Ficha do jogo:

Árbitro: Artur Soares Dias
Assistência: 6000 espectadores

SPORTING: Marcelo Boeck; João Pereira, Onyewu (Pereirinha 46′), Daniel Carriço (Rodriguez 46′) e Evaldo; Matías Fernández, André Santos e Stijn Schaars; Diego Capel (Rubio 75′), Van Wolfswinkel e Insua.
Suplentes: Tiago, Rodriguez, Polga, Arias, Pererinha, André Martins e Rubio

FAMALICÃO: Rui Forte; Luís Miguel, Pedro Silva, Hugo Matos e Talocha; Palheiras, Jorginho e Flávio Igor; Gomis, Claro e Diop.
Suplentes: César, Jorge Miguel, João Dias, Flávio Moreno, Nélson, China e Cafu

Golos: Ricky van Wolfswinkel (62 e 67′) (Sporting)

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