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Terça-feira, Junho 22, 2021

“Manobras” de Walking Dead: o zombie Fernando Mendes

O facto de ter de se andar ao sabor da maré por necessidade não pode justificar que as pessoas façam do seu modo de vida, como forma de subsistência, as figuras a que se presta o Fernando.

Fernando Mendes tem constantemente ofendido uma grande franja dos adeptos e associados do Sporting, que são contestatários da actual gestão do clube, aproveitando o tempo de antena que lhe é conferido na comunicação social. 

Resguardado num pequeno estúdio com meia dúzia de pessoas e um par de câmaras, incentivado por um vencimento de que desesperadamente necessita e que exige a sua falta de carácter, sente-se empossado para libertar o nojo pelo qual é constituído. 

Fernando Mendes cedo demonstrou que é má rés, como se diz na minha terra, como pessoa, como profissional e neste caso, que é o que vem ao caso, como sportinguista.

Segundo consta, aquilo a que o Fernando gosta de chamar irreverência e que na realidade é apenas mau profissionalismo revelou-se ainda na adolescência durante a sua passagem pelas camadas jovens do Sporting. Já nessa época, e para tentar salvar a qualidade que lhe era reconhecida como jogador, os responsáveis do Sporting tiveram de proceder à sua integração “compulsiva” na equipa principal devido aos seus actos de indisciplina para com o seu treinador nos juniores. 

Devido à sua qualidade e potencial como futebolista, que era inegável, Fernando conseguiu afirmar-se na equipa durante a primeira temporada de Manuel José como treinador principal e realizou uma boa temporada. Seguiram-se mais três boas temporadas já com alguns “desencontros” com alguns dos seus treinadores, como foi o caso de Keith Burkinshaw. 

Aproveitando um momento de fragilidade financeira do clube (pelo menos foi esse o argumento), Fernando aproveitou a oportunidade e mostrou o seu nível de sportinguismo ao rescindir unilateralmente o seu contrato de trabalho com o Sporting. 

Apesar de ter várias opções, segundo ele também, escolheu precisamente o maior rival como destino para prosseguir a sua carreira.

Mas como temos visto ao longo do tempo, Fernando Mendes “diz-se e contradiz-se” de cada vez que lhe dão oportunidade de aparecer. As “motivações” de hoje são contrariadas por si próprio no dia de amanhã. 

Em entrevistas ao Observador, e ao Correio da Manhã, Fernando Mendes contradiz-se relativamente ao dinheiro que foi ganhar para o rival.

Como se pode verificar, a coerência não é o forte desta personagem que se acha no direito de questionar e insultar os adeptos e associados do Sporting.

O Fernando, infelizmente, nem na sua vida profissional foi um exemplo. O próprio reconhece que fez batota enquanto jogou. Já depois de deixar de jogar veio então denunciar situações com as quais compactuou enquanto foi da sua conveniência, como é seu hábito, e ao fazê-lo pôs em causa a classe profissional de que fez parte e da qual se alimentou, acto que mereceu a reprovação de alguns ex-colegas.

Podemos até questionar se não terá sido precisamente devido à batota que assumiu fazer que conseguiu fazer carreira nos melhores clubes portugueses e até chegar à Selecção Nacional, numa fase em que histórias de prostituição e até de alguma violência eram faladas.

A vida pessoal do Fernando podia servir de exemplo para aferir da sua falta de carácter. Sabem-se dos seus problemas familiares provocados precisamente pelo consumo de substâncias e das dificuldades financeiras por que passou no fim da sua carreira devido à sua falta de orientação, assunto que até foi abordado pelo próprio em programas de televisão, pois o Fernando tudo vende – lá está, quando é de sua conveniência. 

Portanto, para não alongar demais, até porque o personagem não o justifica, serve este pequeno resumo apenas para que principalmente os mais jovens saibam quem é o figurão que se permite apelidar os sportinguistas, sócios e adeptos, que são críticos da actual Direcção do Sporting. E permite-se fazê-lo com base nos resultados da equipa principal de futebol do clube, o que por si só demonstra a cultura sportinguista do Fernando.

Os sócios e adeptos do Sporting críticos desta Direcção querem tanto as vitórias do Sporting como todos os outros e desejam tanto ver-se livres desta Direcção quanto desejam essas vitórias.

A posição desses sócios e adeptos mantém-se independentemente dos resultados desportivos duma equipa de futebol do clube. Ao contrário do Fernando. 

O Fernando está, aparentemente, do lado dos adeptos e contra a Direcção se o futebol do Sporting perde e está do lado da Direcção se a equipa de futebol ganha. O Fernando estará sempre do lado de quem acha que o irá alimentar, sempre do lado onde sente mais força/benefício. Mais uma vez, conforme a sua conveniência. 

O Walking Dead do Sporting és tu, Fernando. Tu e a tua estirpe de sportinguismo em forma de vírus.

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Nelson

Um burro , sempre